terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Meu desabafo


Tem um grito em minha garganta.
Grito atado por um nó forte, cruel
que faz do som um gemido de dor.
Tem um nó no meu grito.
Nó cego que atinge os meus sentimentos
afastando os meus sonhos da realidade.
Tem uma dor no meu nó.
Dor que aperta o meu nó e sustenta o meu grito.
Tem uma vida nessa garganta.
Vida que sofre, vida que chora, vida que morre.
Delaineando sempre

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Utilidade pública - e por que não? Estamos todos em busca da felicidade e para isso:

7 Modos de enfrentar as dificuldades da vida:

1. Tenha a convicção de que Deus está no controle.
2. Não tenha medo de situações novas.
3. Tire proveito das dificuldades.
4. Não escute palavras de desânimo e dúvida.
5. Lembre-se de que você próprio é uma solução.
6. Esteja se fortalecendo interiormente cada manhã.
7. Agradeça a Deus pela oportunidade de lutar e vencer.

Que tal exercer essas excelentes dicas de Regina Maria Munch.

Eu acredito que vale a pena!!!
Beijinhos e continue delaineando comigo.kkkkkk

terça-feira, 10 de janeiro de 2012


Ei, quanto tempo longe disso aqui...
Relendo outras postagens me assustei com o momento em que estou vivendo agora.
Sim agora, busquei forças para escrever um pouquinho do que sinto e daquilo que me renova.
Descobri agora, e essa é a palavra chave, AGORA, que tenho emoções distorcidas. Sinto prazer em confundir meus pensamentos e acreditar na possibilidade dos sentimentos. Sorrir e chorar fazem parte do mesmo espaço das sensações e travam um doloroso conflito com a realidade.
Sentir? E que mal há nisso? Dar sentido aquilo que sinto não tem lógica e entra em conflito com minhas escolhas e por isso viajo nos pensamentos e traço metas nos meus sonhos chegando bem próximo do que o inconsciente permite aos meus mais belos devaneios.
Sentir, tocar, abraçar, amar... Tão simples e tão complexo. Tão fácil e tão proibido. Tão impossível de ser vivido...
Ei, vou parar por ai, daqui a pouco levo um tombo nessa nuvem tão branquinha e macia.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Uma andorinha só não faz verão.

Depois de um longo e tenebroso inverno, primavera e quase verão resolvi colocar isso aqui mais a par dos acontecimentos que me inquietam.
Estamos em um período de transformações de vida, novos políticos no Brasil, busca da democracia no Egito, Upps, Upas, transcarioca, etc e tal. A pergunta é: até quando?
Isso mesmo! Até quando precisamos de falsas transformações para nos conscientizarmos de que tudo depende de cada um de nós.
Até quando necessitamos ver os outros tomando decisões pelas nossas vidas quando cada um de nós podemos traçar sim, nosso próprio rumo de forma consciente e com respeito ao grupo.
É tão difícil buscar ideais traçando metas próprias que inclua o outro como ferramenta participativa no processo de crescimento mútuo?
O futuro está ai e ele é coletivo. Sendo o coletivo formado pelo individual. Acredito no futuro transformado. Mas, acredito mais nas transformações sólidas e coletivas priorizando de fato o bem estar comum.
Vamos ser bem fiéis as nossas recordações: os políticos no Brasil são escolhidos por Nós. ( se o Tiririca fizer palhaçada no plenário, é isso que ele sabe fazer e nós sabíamos disso); no Egito o coletivo busca a democracia porque no mundo não há mais espaço para o individual.
Sendo assim, a transformação individual gera sem dúvida frutos para o coletivo.
Nem só o futuro está em nossas mãos, mas a engrenagem de nossas vidas sempre será movida pelo coletivo.
Posso concluir com uma expressão popular de cunho cultural expressivo que abrange de forma clara o texto acima. "Uma andorinha só não faz verão"
Simples assim...
Já Delaineei bastante, bjkas

domingo, 27 de setembro de 2009

Desabafando

Amigos,
Tá aí um episódio que me abalou muito. Estava em um restaurante no Méier, almoçando no intervalo de um trabalho para o outro quando alguém aumentou a tv bem na hora que a Globo colocava no ar o puro desrespeito com a vida.
Não posso julgar nem um caso e nem outro, até porque as duas mulheres sofreram uma grande violência, mas posso aqui entre nós e perante a sociedade se possível for a falta de amor do povo que aplaude a morte pela violência banalizando o que Deus nos deu como preciosidade: a nossa vida. Sem contar no militar que está sendo visto como herói e o pior se enaltece por ter atingido o meliante. Meu Deus, será que em sua cabeça não passa o remorso por ter posto fim a uma vida? Será que a sociedade não percebe que esse é mais um atestado de incompetência, sim pois não tentamos modificar, eliminamos, tão somente.
Não sei se os amigos sabem, mas o exército brasileiro faz um trabalho social no Haiti, o qual brilhantemente transformaram gangues rivais que se confrontavam por questões socioeconômicas em comunidades trabalhadoras e unidas através do esporte. Segue o link, caso queiram se aprofundar no assunto.
http://www.batalhaosuez.com.br/ForcasDePazHaitiReportagemVeja120907.htm
Pra finalizar, peço a nós cristãos que tenham Misericórdia daqueles que fazem o mal porque o próprio Jesus um dia disse: "Pai, perdoai-os, eles não sabem o que fazem." Enfim, orem todas as noites incluindo os sem oportunidade de paz , amor , carinho, felicidade, lar, harmonia porque se os temos Graças a Deus, imagine que não tem.
A paz de Cristo a todos

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Mais feliz sempre...

Feliz, sorrindo.

Sempre feliz.


Sorrindo sempre

que sempre feliz.


Buscando feliz

sempre que sorrir.


A feliz forma

de ser feliz.


Feliz e,

mais feliz sempre...

quarta-feira, 27 de maio de 2009

E qualquer semelhança não é mera coincidência...

Pois é galerinha,

Vejam que o nosso amado Renato Russo, armado com sua inteligência poética, se muniu da primeira carta de São Paulo aos Corintios, juntamente com o poema de Luis de Camões e compôs para nós Monte Castelo. Ouçam a música e leia a letra. Beijinhos,

Monte Castelo
Legião Urbana

Composição: Renato Russo (recortes do Apóstolo Paulo e de Camões).

Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos,
Sem amor, eu nada seria...
É só o amor, é só o amor
Que conhece o que é verdade
O amor é bom, não quer o mal
Não sente inveja
Ou se envaidece...
O amor é o fogo
Que arde sem se ver
É ferida que dói
E não se sente
É um contentamento
Descontente
É dor que desatina sem doer...
Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor, eu nada seria...
É um não querer
Mais que bem querer
É solitário andar
Por entre a gente
É um não contentar-se
De contente
É cuidar que se ganha
Em se perder...
É um estar-se preso
Por vontade
É servir a quem vence
O vencedor
É um ter com quem nos mata
A lealdade
Tão contrário a si
É o mesmo amor...
Estou acordado
E todos dormem, todos dormem
Todos dormem
Agora vejo em parte
Mas então veremos face a face
É só o amor, é só o amor
Que conhece o que é verdade...
Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor, eu nada seria...
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